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Mobilidade elétrica no Brasil: veja quais são as previsões

12 de agosto de 2021

A mobilidade elétrica no Brasil ainda é bastante tímida.

Continental e com uma frota estimada em pouco menos de 50 milhões de veículos, apenas 40 mil dentre eles são elétricos ou híbridos – 1% do número total de carros circulando pelos estados da federação. A soma inclui tanto veículos de passeio quanto caminhões e ônibus.

Embora o número seja ainda pequeno, ele indica um importante avanço. Com relação a 2019, 2020 registrou um aumento de 66,5% nos emplacamentos de carros eletrificados, segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE).

Para continuar (e encorajar) esse aumento, é essencial que o país assuma um plano com metas e objetivos claros em relação à mobilidade elétrica.

Como incentivar a mobilidade elétrica no Brasil

Um relevante estudo publicado pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), da ONU, mostrou a diferença que políticas públicas de incentivo podem fazer na aceleração da entrada de veículos elétricos leves no Brasil.

A pesquisa avaliou a experiência internacional de países como a Noruega, que aplicou significativos subsídios para tornar o veículo elétrico (VE) mais barato. Funcionou: hoje, ela é a única nação no mundo a atingir 45% de penetração de VE.

A Noruega, aliás, é citada constantemente como exemplo de um plano eficiente de substituição dos motores a combustão pelos motores com bateria devido a benefícios como os 9 mil euros oferecidos aos noruegueses que decidem adquirir um VE e ao comprometimento de proibir a comercialização interna dos veículos a combustão até 2025.

No Brasil, o preço tem sido o principal entrave para a popularização da mobilidade elétrica. Os modelos de entrada, como o JAC iEV20, custam em torno de R$ 130 mil – um valor nada popular.

Para ampliar a frota de VEs brasileira, é necessário que o Estado participe aplicando estímulos como fazem Pernambuco e Paraná, onde veículos elétricos ou híbridos tem isenção total de IPVA.

Atualmente, o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) dos carros elétricos no país é mais alto do que o valor pago por carros flex; enquanto os VEs pagam de 12% a 18% do imposto, os movidos a combustão pagam entre 7% a 11%, dependendo da potência.

Algumas medidas como ampliar a rede de recarga no país, dispensar do rodízio em grandes cidades e também do pagamento do estacionamento em via pública são benefícios que incentivam a aquisição de VEs.

Segundo o estudo da ONU, esses incentivos podem elevar a participação dos elétricos até 20% das vendas de automóveis em 2050. Sem eles, a previsão é de que até lá a frota brasileira seja de apenas 3,8% de carros elétricos.

Linha de Plugs, Inlets e Electronic Locks da Amphenol para recarga de carros elétricos

Com 80 anos de história, e como líder de mercado em conectores e sistemas de interconexão elétricos, eletrônicos e de fibra óptica, a Amphenol também está presente no mercado de soluções para a mobilidade elétrica.

A linha de carregadores veiculares é moderna, com alta capacidade de potência e voltagem, atende as normas SAE ou IEC e possui uma série de vantagens, entre elas a montagem ser feita no Brasil e a adição opcional de sensor de temperatura para maior proteção durante o carregamento.

Acesse o site para conhecer as nossas soluções para carros elétricos ou faça um contato conosco para solicitar conectores personalizados para a sua demanda.

 

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